quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Quanto mais verde, melhor...

Andar pelas ruas nos mostra que ainda há muito verde espalhado pela cidade, como do outro lado desse muro, na rua São Clemente.
 
 
Ou em cada cantinho da sede do Instituto Moreira Salles, na Gávea.
 
 
 
 
E até mesmo dentro de uma galeria comercial, em Ipanema.
 
 




quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Um dia todo UERJ

Hoje, nenhuma das fotos postadas foi tirada por mim. Reservei a página para um Manifesto contra a loucura do Ministério da Fazenda que propôs o fechamento da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Sem mais comentários.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Minha terra tem palmeiras

Não é que Gonçalves Dias tinha razão? Para onde quer que se olhe, lá estão elas. Essa é a visão que se tem na esquina das ruas Pacheco Leão com Jardim Botânico.
 
 
Às vezes, uma só, isolada, se destaca em meio a outras árvores, como no jardim do Palácio do Catete.
 
 
E ainda tem aquelas que, em versão reduzida, compõem um recanto de um jardim. Esta aqui também fica no Palácio do Catete.
 
 

 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Casas que ficam; casas que se vão.

Uma delas já se foi. Na rua Gomes Carneiro. Já estava bem descaracterizada, mas, atrás dela, havia uma pequena vila que também desapareceu.
 
 
Esta outra, porém, vem resistindo. Fica na esquina da rua Vinícius de Moraes com a avenida Epitácio Pessoa e espero que continue ali, enfeitando a vizinhança.
 
 

 
Algumas, como esta da rua Fernando Osório, no Flamengo, parecem estar com a vida por um fio.
 
 

domingo, 3 de setembro de 2017

Presença marcante

Aqui, no finalzinho da avenida Atlântica, existe um centro recreativo na parte em que o canteiro central forma uma espécie de pracinha. O local é bastante arborizado. Por sorte, quem projetou a construção decidiu respeitar isso.
 
 


Esse pau-mulato, localizado no pátio da piscina do Instituto Moreira Salles, encanta a todos com o seu ar de escultura polida.
 
 
E esta árvore, entre as tantas que vivem no jardim do Palácio do Catete, criou um "visor" no seu tronco imponente.
 
 

 


sábado, 2 de setembro de 2017

Multiplicação sempre bem-vinda

As escadas rolantes que se reduplicam numa galeria de Ipanema.
 
 
 
As luzes que fazem o piso da estação de metrô N. S. da Paz parecer uma estrada.
 
 
 
As árvores que formam estampas nas cortinas de uma das janelas dos fundos do Palácio do Catete.
 
 




sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Mais um tesouro do meu bairro

O Edifício Itahy, construído em 1932, é um verdadeiro monumento à nossa versão do estilo Art Déco: a mescla com elementos ditos "nativos". Neste caso, o mar e a Amazônia. O seu portão de entrada, ladeado por painéis de faiança majólica, tem, no alto, a figura de uma índia-sereia que já apareceu aqui em outra postagem e talvez seja uma das fachadas mais conhecidas da avenida Copacabana.
 
 
 
Na parte inferior do portão de ferro, no trecho que não é vazado, duas tartarugas completam o conjunto.
 
 
 
A portaria é um show à parte, com painéis e ondulações da mesma faiança majólica nas paredes de ambos os lados.
 
 
 
 
 
E os corrimãos da escada que leva ao nível mais alto da portaria têm desenhos elaborados como as ondas do mar na arrebentação.
 
 

 
Dois detalhes, porém, me encantaram acima de tudo: o magnífico piso de mosaico em ondas e o peixinho que recebe quem entra no prédio. Esses detalhes em amarelo são o reflexo da luz da rua atravessando o rendilhado do portão.
 
 
 O outro é essa verdadeira obra-prima: o vão da escada, visto do andar térreo, com as suas luminárias presas a um único eixo vertical que percorre os oito andares do prédio.