terça-feira, 9 de junho de 2026

Tesouros pelo Rio afora

Portão do Palacete Veiga, construção de 1928 na Avenida Copacabana, em frente à Praça do Lido.







Portaria do Edifício Begossi, construção de 1942 na rua Sousa Lima, esquina com a Avenida Atlântica, no mesmo bairro.








Escada para o coro da Igreja da Santíssima Trindade, construção de 1945 na rua Senador Vergueiro, no Flamengo.








Arte em ferro: borboleta do portão do Castelinho do Flamengo, na Praia do Flamengo. Esta construção de 1928 abriga hoje o Centro Cultural Municipal Oduvaldo Viana Filho.








Chafariz da alameda central dos jardins do Palácio Nova Friburgo, depois, Palácio do Catete, sede do Museu da República. 








Belo trabalho de azulejaria na fachada da Igreja de N. S. do Brasil, construção de 1932 na Avenida Portugal, bairro da Urca.








Escadaria da atual Casa Firjan, construção de 1913 para ser a residência do casal Celina Guinle e Lineu de Paula Machado, na rua São Clemente, em Botafogo.








Porta de entrada do andar superior da Mansão Figner, construção de 1912 na rua Marquês de Abrantes, no Flamengo. Hoje funciona aí o Centro Cultural Arte Sesc.








Varanda de um dos casarões que compõem o centenário conjunto arquitetônico do Largo do Boticário, no bairro do Cosme Velho.







 











domingo, 1 de março de 2026

Pelo seu aniversário...

O Posto VI e o seu forte.







Da mureta da Avenida Portugal, na Urca.









O seu Cristo emoldurado, visto da Praça Nicarágua.








As curvas da Enseada de Botafogo.








Onde a Praia do Leme se encontra com a Praia Vermelha, visto do Caminho do Bem-te-vi.








Um recanto do nosso lindo Jardim Botânico.








Morros dos Cabritos e da Saudade, às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas.








Pão de Açúcar, visto do MAM, o nosso Museu de Arte Moderna.








O Pontão do Arpoador e o mar revolto da Praia do Diabo.








Verde pela cidade. Praça Santos Dumont, na Gávea.




























 

sábado, 31 de janeiro de 2026

Noturnos em vários tons

 Enseada de Botafogo com os morros da Urca e do Pão de Açúcar.








Culto religioso no Posto VI.








Entrada do MAM, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.








Vista do Forte de Copacabana e de sua praia.








As ondas do mar na Praia do Leme.








Mureta da Avenida Portugal e Praia da Urca.
















sábado, 17 de janeiro de 2026

Voltinhas pelo Leblon

Seu pontão, seu mar e, ao fundo, um pedacinho de Ipanema e as rochas do Arpoador.







O verde amenizando a dureza do concreto na rua Conde de Bernadotte.








Céu num dia de verão.








Comércio enfeitado no shopping do bairro.








Vestígios de outros tempos na rua João Lira.








Morro Dois Irmãos acompanhando a Avenida Delfim Moreira.








O finalzinho da sua praia.








Flamboyant emoldurado por 2 palmeiras jerivá na Praça Antero de Quental.








Verdadeiro oásis numa esquina da Avenida Ataulfo de Paiva.








Mural da Igreja de Santa Mônica na esquina da Rua José Linhares com a Avenida Ataulfo de Paiva.
























quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

De encher os olhos

Caminho dos Pescadores, no Leme. A praia que segue até o Posto VI, no final de Copacabana.








Pedra do Leme e o seu forte construído no século XVIII. Desse local, a gente tem uma das vistas mais deslumbrantes do Rio e do mar.








Enseada de Botafogo, com o Pão de Açúcar e o Morro da Urca.












Enseada da Praia Vermelha, vista do Caminho do Bem-te-vi, no sopé do Pão de Açúcar.








Morro Dois Irmãos e a Lagoa Rodrigo de Freitas.








Do Leblon ao Arpoador. Toda essa extensão da orla vista do Mirante do Leblon.


























quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Esquinas do passado

Rua São Clemente com Guilhermina Guinle. Palacete da família Paula Machado, hoje Casa Firjan. 1913.








Rua do Catete com Silveira Martins. Sobrado de 1908. No bairro do Catete.








A mesma rua, desta vez na esquina com Pedro Américo. Curiosa construção também de 1908 onde funciona a delegacia do bairro.








Avenida Atlântica com rua Barão de Ipanema. O edifício Lellis, de 1928, é o mais antigo prédio residencial da Orla de Copacabana.








Rua Bolívar com Avenida Nossa Senhora de Copacabana. O Edifício Castro Araújo, de 1944, chama a atenção de quem passa por causa do relógio no alto de sua fachada.








Bem mais abaixo, na mesma avenida, esquina com a rua Rodolfo Dantas, fica o Edifício Marumby, de 1936.








Praia do Flamengo com rua  Ferreira Vianna. O Edifício Seabra, de 1931, é uma das construções mais extravagantes da cidade.








Rua Visconde de Pirajá com Joana Angélica, uma visão lateral da Igreja de Nossa Senhora da Paz, construída em 1921.








Rua Pacheco Leão com Abreu Fialho. Os casarões fazem parte da Vila Operária construída no local em fins do século XIX, para moradia dos funcionários das 3 fábricas de tecido existentes no local.