quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Da janela, o mundo até parece o meu quintal

De um velho casarão na rua das Laranjeiras.



Do prédio de 1900 que abriga hoje o Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.



Da bela casa de fins do século XIX, localizada dentro do Jardim Botânico e que foi residência de Pacheco Leão, um dos mais conhecidos diretores dessa instituição.



Do andar térreo do antigo edifício Guarujá, construído em 1927, na rua Constante Ramos, em Copacabana. Hoje, o prédio é um condomínio chamado South Beach Copacabana Residence Club.



De uma antiga casa térrea do século XIX, na rua Dona Mariana, em Botafogo, que hoje é um anexo da Casa Firjan.



Do pórtico de entrada do Forte de Copacabana.



E meu muito obrigada a Fernando Brant pelo título, o verso inicial da música "Janela para o mundo", letra de sua autoria com música de Milton Nascimento.








quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Novas mandalas ocasionais

Ornamentando a fachada de uma das últimas casas que ainda resistem no Posto VI, em Copacabana.



Na parede de uma loja do Leblon.



No andar térreo de um prédio da rua Joaquim Nabuco, em Copacabana.



Na mesa de um café.



Num puxador de porta.



Ornamentando as portas da igreja de Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, na rua do Catete.







terça-feira, 5 de novembro de 2019

Aquáticos

Na Lagoa Rodrigo de Freitas.



No jardim da Casa de Roberto Marinho, no bairro do Cosme Velho.



No Jardim Botânico do Rio de Janeiro.



Na praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema.



No jardim do Palácio do Catete. Com a participação de alguns de seus moradores.










segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Outros encontros

Uma senhorinha de 20 anos fazendo companhia à sua humana num chopinho do Baixo Gávea.



Catarina. Uma velha conhecida que recebe quem chega a uma escola de dança na rua Lopes Quintas, no bairro do Jardim Botânico, e diz seu nome para quem quiser saber.



Rubinho. Um dos donos de uma loja no chamado Shopping dos Antiquários, na rua Siqueira Campos, em Copacabana.



Um pato amistoso que vive no parque do Palácio do Catete.



Um peixe curioso que mora no aquário de um restaurante do mesmo bairro.










domingo, 3 de novembro de 2019

Emoldurados

A enseada da Praia Vermelha.


A igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro.



A Marina da Glória.



O Forte de Copacabana.



O Pão de Açúcar.



O Corcovado.








sábado, 2 de novembro de 2019

No topo

Torre do "Castelinho do Flamengo", construção de 1916, na Praia do Flamengo esquina com a rua Dois de Dezembro. Hoje, funciona aí o Centro Cultural Municipal Oduvaldo Viana Filho.



Torre da igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado. Embora igreja date de 1872, sua torre só ficou pronta 3 anos mais tarde.



Torre do Mosteiro de Nossa Senhora dos Anjos, construído na década de 1930, na rua do Jequitibá, bairro da Gávea.



Cúpula e torre do Palácio São Joaquim, construído entre os anos de 1912 e 1918 no bairro da Glória e que pertence à Arquidiocese do Rio de Janeiro.



Torre da igreja de São Paulo Apóstolo, construção de 1933 na esquina das ruas Barão de Ipanema e Leopoldo Miguez, em Copacabana.






sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Florida

Orquídeas numa árvore da avenida Rainha Elizabeth. Grande ideia, essa, que se espalhou pelas ruas.


Alamanda, no jardim de um prédio da avenida Atlântica.



Murta. Diante de um dos hotéis da mesma avenida.



Pata-de-vaca. Na praça do Lido.



Coração-sangrento. Flores delicadas, apesar do nome dramático, numa das jardineiras da rua Raul Pompeia.



Mais orquídeas em árvores. Desta vez, na rua Sousa Lima.