domingo, 22 de setembro de 2019

Ao sol

Trecho do Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico.



Filodendros, no jardim da Casa-Museu Eva Klabin, na avenida Epitácio Pessoa.



Escova-de-macaco, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.



Amendoeiras, no Forte de Copacabana.





sábado, 21 de setembro de 2019

Fachadas

É só o que resta do antigo Hotel Leblon, construído em 1922, no início da avenida Niemeyer.



Igreja de Nossa Senhora da Glória, construída em 1872, no Largo do Machado.



Um dos belos sobrados da rua Uruguaiana, no Centro.



O charme do edifício Almirante Belfort Vieira, construção de 1944 que acompanha os contornos da praça do mesmo nome, bem no início do Leblon.



As antigas cavalariças do Parque Lage que hoje integram o espaço para exposições desse local.






sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Imagens icônicas

Aleia de palmeiras e o Chafariz das Musas, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.



Igreja da Candelária, no Centro.



A torre do relógio do Porto do Rio de Janeiro. Em pleno verão.



Hotel Glória. Obra do arquiteto Joseph Gire, inaugurada em 1922 e hoje praticamente em ruínas.



As linhas arrojadas do Museu do Amanhã, de 2015, nos arredores do Porto.






quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Ainda as pedras portuguesas

No calçadão dos prédios no começo da avenida Atlântica, no bairro do Leme.



Na rua Aurelino Leal, no mesmo bairro.



Na entrada de um prédio residencial na rua Prudente de Moraes, em Ipanema.



Na praça Pio X, onde fica a igreja da Candelária, no Centro.





quarta-feira, 18 de setembro de 2019

E lá estão eles...

O Corcovado. De um ponto qualquer da rua Voluntários, em Botafogo.



Torre da igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, inaugurada em 1739. De um ponto qualquer da rua do Russell.



Torreão da fachada do Palácio Laranjeiras, construção de princípios do século XX para ser a residência do casal Eduardo e Guilhermina Guinle. Do parque que leva o nome da família.



Uma das torres da igreja de Nossa Senhora da Paz, inaugurada em 1921 em Ipanema. De outro ponto do quarteirão.



Pão de Açúcar. Da entrada do Forte de Copacabana.










terça-feira, 17 de setembro de 2019

Ladeando

Os portões de ferro do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, construído em 1875 no Largo do Machado. 



O portão de entrada do antigo Palacete Seabra, construído em 1920 na Praia do Flamengo, hoje Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa.



O portão da Casa de Roberto Marinho, no bairro do Cosme Velho.



Uma passagem do Forte de Copacabana.



O pequeno portão de ferro que protege a porta de entrada do Palácio do Catete, atual Museu da República.






segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Vindos do passado

Sede da administração do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. E um de seus postes de iluminação.



Ponte Arnaldo Luz, ligando o antigo Arsenal de Marinha à Ilha das Cobras.



Andar térreo da Casa Villino Correia, na rua do Russel. Construção em estido Art Nouveau datada de 1915.



Grafia original na placa do Beco do Bragança, no Centro. Esse local já consta de um mapa de 1615.



Um dos belos sobrados da rua Uruguaiana, também no Centro.